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domingo, 18 de setembro de 2011

Museu Submarino em Cancún

Na cidade balneária de Cancún, no México, cerca de 400 esculturas estarão em exposição debaixo de água segundo o tema «A Evolução Silenciosa».


O maior grupo escultórico foi criado por Jason deCaires Taylor. Concebeu este conjunto em cimento e em tamanho real. O escultor sempre foi um admirador do mergulho e do mar. A sua formação em Artes e especialização em cerâmica levou-o até este projecto.



O objectivo primordial desta iniciativa passa por atrair turistas para as peças escultóricas deixando os recifes de coral protegidos. Uma vez que, até aqui, eram uma das principais atracões desta zona turística. A composição das obras, em cimento e as vias deixadas abertas permitem a colonização da vida marinha.

Algumas obras já se encontram submersas desde 2009 e as suas mudanças são visíveis e admiráveis. Esculturas humanas em poses e retratações naturais e características da zona.




A união da arte com o meio envolvente no mais íntimo da relação. Na construção, aquecimento e envolvimento total de um pelo outro.

Um tipo de exposição permanente mas nunca permanente. O mar e toda a vida que alberga encarregar-se-á de mudar, acrescentar ou retirar elementos ao conjunto.


Mais info:
http://bocaberta.org/2009/12/o-maior-museu-submarino-do-mundo.html
http://arteemerson.blogspot.com/2011/08/museu-submarino-no-mexico.html

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Monte Nemrut


Segundo a notícia avançada pela televisão turca NTV e hoje publicado pelo jornal Público as monumentais esculturas do Monte Nemrut deverão ser trasladadas para um museu.

O desgaste natural, as condições climatéricas extremas tem levantado diversas duvidas quanto è integridade das peças.


São imagens impressionantes as que partilho de seguida. (Fonte:http://www.elheraldo.co/turismo/esculturas-del-monte-nemrut-ser-n-trasladadas-a-un-museo-35521)



Este espaço arqueológico, considerado Património da Humanidade da UNESCO data do século I a. C, mandadas erigir pelo rei Antíoco I. Durante a busca pelo seu túmulo este conjunto escultórico foi posto a descoberto em 1881.



Levantam-se várias questões à volta deste tema:

A paisagem ficará desfigurada?
Os fluxos de turistas serão desviados?
As peças ficarão descontextualizadas num museu?
Será necessário trasladar se aguentaram 2.000 anos?
Quais os reis efeitos do gelo, das chuvas e do sol?




(fonte da notícia: http://www.publico.pt/Cultura/esculturas-do-monte-nemrut-vao-ser-transladadas-para-museu_1509810 31-08-2011)

domingo, 14 de novembro de 2010

Passeio pedestre no Gerês











Em Julho deste ano fui convidada (agradeço à Teresa pelo convite) para fazer um passeio, com um grupo de colegas pelo Gerês. Com um dia quente e agradável subimos o Gerês de carro e começamos uma longa caminhada.




O Gerês que mais conhecemos prende-se com a igreja de S. Bento e a zona turística junto ao rio. Proponho-vos fazer uma caminhada seguindo um bom guia (que foi o nosso caso, e aqui fica o meu agradecimento ao Vítor) ou seguindo as pistas pintadas em muitos dos rochedos que constituem a paisagem.






Passamos por cabras, por vacas, por cães, vimos cavalos selvagens e toda uma natureza que nos abraçou de forma calorosa. Importa respeitar o espaço onde estamos, e não interferir um os animais uma vez que muitos deles não andam orientados pelo homem.






A experiência foi óptima, o ar era puro, a terra quente e a rocha agreste, subir e descer pelas imponentes rochas foi um exercício a aperfeiçoar.






Recomendo esta aventura a todos o que gostem de natureza, pois ela traz nos a verdadeira paz. No final ainda podemos contemplar as quedas de água que o Gerês esconde, uma zona linda… deixo-vos com as imagens e boas caminhadas.

sábado, 29 de maio de 2010

Mimo Rural

Na freguesia de Oliveira S. Mateus, no concelho de Vila Nova de Famalicão, existem 2 casas, na mesma rua, defronte uma para a outra e que me levam a fazer este comentário.


Para além desta proximidade o facto mais curioso refere-se ao gosto de ambas pela pintura mural. Os proprietários destas casas não são proprietários comuns, não pintam o muro de branco e findam o trabalho, eles são artistas dentro do seu meio.


A particularidade que destaca estas casas passa pela originalidade com que tratam os seus muros. Do lado esquerdo na rua vemos uma serie de folhas largas e de cor creme que preenchem todo o muro como se de uma trepadeira se tratasse. Entre os seus ramos alguns botões desenrolam e foram demarcados com uma voluta castanha que lhe confere uma graça especial. A cor destas folhas percorre toda a cara e restante muro, numa harmonia que só encontramos em alguns cantinhos escondidos de Portugal .



Na casa do lado direito temos, a ladear um portão, um vaso pintado donde nascem folhas amarelas e uma flor rosa claro de desenho muito particular. Ao contrário da "planta" trepadeira do outro lado da rua, nesta casa vemos que no muro foi desenhado um traço amarelo com sendo uma corda, onde ficam suspensas duas linhas de folhagens diferentes, uma nitidamente mais fina, com folhas menores e mais verdes, enquanto que a outra linha de folhagens se revela mais larga e com contorno amarelo. Do outro lado do portão também vemos pendente outra ramada de folhas ligeiramente diferente.


São curiosidades e pormenores existentes no nosso país que merecem ser divulgados, mostrados e admirados.