
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
domingo, 19 de dezembro de 2010
Publicação de Artigo
Olá a todos!
Hoje venho anunciar uma pequena publicação que realizei para uma revista. Deram-me a oportunidade de o fazer e gostava de partilhar com todos os que visitam o meu blog.

A revista Idearte – Revista de Teorias e Ciências da Arte tem como missão divulgar trabalhos e projectos relacionados com Arte e História. Muito me apraz fazer parte deste projecto, que, ao mesmo tempo, me dá a possibilidade de mostrar um trabalho de investigação e quiçá, abrir uma pequena janela para o meu futuro profissional.
Deixo vos o link para poderem ver todos os volumes que esta revista já publicou, on-line, e em particular o volume 6 e o artigo relativo à «Quinta da Prelada».
http://www.idearte.org/revista-idearte/
Obrigada mais uma vez e Boas Festas a todos.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
A vírgula
Esta é uma iniciativa da Associação Brasileira de Imprensa.
Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere...
Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.
Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!
Uma vírgula muda tudo.
sábado, 20 de novembro de 2010
Canivete Romano de meter inveja aos Suíços
Encontra-se em exposição no Museu Britânico Fitzwilliam, em Cambridge um canivete datado de 200 a 300 d. C.
O canivete é feito de prata com uma lâmina de ferro, é constituído por uma colher, garfo, espátula, uma espécie de palito pequeno e um retráctil. Especialistas acreditam que este utensílio pode ter sido utilizado para extrair caracóis. Esta peça foi adquirida pelo museu em 1991 e está actualmente em exposição na sala de peças Romanas e Gregas.
O porta-voz do museu defende que esta peça pode ter pertencido a um viajante e a sua vertente prática e funcional tornou-a essencial para acompanhar em viagens.
domingo, 14 de novembro de 2010
Passeio pedestre no Gerês
O Gerês que mais conhecemos prende-se com a igreja de S. Bento e a zona turística junto ao rio. Proponho-vos fazer uma caminhada seguindo um bom guia (que foi o nosso caso, e aqui fica o meu agradecimento ao Vítor) ou seguindo as pistas pintadas em muitos dos rochedos que constituem a paisagem.

Passamos por cabras, por vacas, por cães, vimos cavalos selvagens e toda uma natureza que nos abraçou de forma calorosa. Importa respeitar o espaço onde estamos, e não interferir um os animais uma vez que muitos deles não andam orientados pelo homem.
A experiência foi óptima, o ar era puro, a terra quente e a rocha agreste, subir e descer pelas imponentes rochas foi um exercício a aperfeiçoar.
Recomendo esta aventura a todos o que gostem de natureza, pois ela traz nos a verdadeira paz. No final ainda podemos contemplar
as quedas de água que o Gerês esconde, uma zona linda… deixo-vos com as imagens e boas caminhadas.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Introdução a Casas-museu

Uma casa-museu é um museu em primeiro lugar, mas tem algumas características que a destacam do museu convencional.
A primeira casa-museu que se conhece na Europa, a de Wagner, originou o desenvolvimento e a criação de muitas outras nomeadamente em Portugal com a casa de Camilo Castelo Branco (imagem).
Relativamente ao que se refere à memória pessoal e a todos os instrumentos que a envolvem, preenchem e dão personalidade, salientamos os bens móveis e imóveis que completam a casa- museu. Casa instrumento completa a memória da casa, faz dela parte e constituiu a sua personalidade.
Dentro de uma casa-museu é possível viver uma dualidade de perspectivas, é possível ver a casa como um museu aberto ao público com uma série de objectos expostos e dessa forma aprecia-se o respectivo espólio; ou ainda ver a casa como testemunho da vivência de uma figura impar e com significado especial. Em algumas casas-museu sobressai a acção do coleccionador e a vivência e a casa em si passam para segundo plano como acontece na casa-museu Anastácio Gonçalves e na Byssaia Barreto onde o espólio replete importância ao nível histórico-cultural.
Bibliografia:
ARAUJO, Alexandra, «Casas-Museu em reflexão» in Boletim Trimestral da Rede Portuguesa de Museus, n.º12, Junho de 2004.
SOUSA, Élvio Melim, De Residência privada a Casa-Museu de Leal da Câmara, Um percurso singular, Sintra, 2005.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Medievalismo Vs. Contemporaneidade
Com todo o burburinho que vivemos por estes dias em que se fala de direitos humanos e liberdade de expressão, que ao que parece não estão totalmente recuperadas, lembrei-me de fazer um paralelismo com a nossa situação actual e com o que viviam os nossos antepassados.
Se na época medieval existia o senhorio (território onde um senhor exercia poder sobre a terra e sobre os homens) que pertencia ao rei, à nobreza ou ao clero; hoje em dia os grandes senhorios como a empresa PT também pertencem, em parte ao governo, e ele decide, indevidamente, sobre a vida e futuro de tantos homens e mulheres que lá trabalham.
A sociedade medieval dividia-se pelo rei, no topo, seguido do clero, da nobreza e por fim o povo. Nos nossos dias as coisas não estão muito diferentes, primeiro está o governo, o clero, seguido de Américo Amorim e Belmiro de Azevedo, depois o povo que se safa com as despesas e por fim os pobres.
Nos domínios senhorias, o senhor recolhia os direitos dominiais provenientes da exploração do solo pelos camponeses; hoje os nossos descontos aumentaram, mais uma vez, para pagar algum subsídio aos desocupados da nossa sociedade.
Há muitos séculos atrás o senhorio tinha o direito de vender primeiro a sua colheita agrícola e só depois os camponeses vendiam a sua (mas só aqueles que podiam, dado que em muitos casos era para consumo próprio); hoje a maçã de Moimenta da Beira é vendida, pronta e embalada, para uma grande superfície comercial a 0.10 cêntimos mas o povo compra-a a 0.40 cêntimos (valores aproximados).
Na idade medieval o povo, o que menos podia, pagava para entrar no domínio do senhor, pagava para usar o moinho e forno do senhor; hoje o povo, o que menos pode, tem que pagar portagens, parque de estacionamento no centro das cidades e impressos em serviços públicos.
Na sociedade medieval os poucos que escreviam, podiam registar alguns dados em pergaminhos e guardá-los nas bibliotecas das catedrais mais centrais, infelizmente em caso de incêndio perdia-se quase tudo; hoje, quase todos escrevem a computador, as repartições publicas informatizam tudo, quando se esquecem de fazer backups muitas informações se perdem e em dias que não há ligação à internet, simplesmente não funcionam.
O rei medieval centralizava em si todos os poderes: defesa, justiça, legislação e fiscalidade, o nosso governo centraliza no seu grupo de trabalho um ministro da defesa, justiça e fiscalidade, um ministro que é subordinado à voz e postura do seu subordinante.
Mas nem tudo são semelhanças, as diferenças também existem: na sociedade medieval nem todos sabiam escrever, poucos tinham acesso à instrução mas hoje os que não sabem podem aprender graças os novos, fantásticos e instrutivos centros de novas oportunidades.
As construções arquitectónicas eram robustas, fortes e sólidas, hoje no fim de algumas construções “é normal cair uma telha ou outra”.
Hoje um jornalista ou jornal que expressam declarações menos abonatórias com o poder, são afastados, são proibidos de publicar, são reprimidos de dizer a verdade.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Igreja Românica de Serzedelo
Um edifício muito simples de construção cerrada e de poucas aberturas, com uma bela torre sineira. O seu interior apresenta quatro divisões sendo a primeira e a segunda a nave central embora tenham níveis diferentes, a terceira é a cabeceira que tem anexada a si uma capela de origem gótica.
O seu enquadramento geográfico sofreu um melhoramento considerável. À sua volta existe agora um espaço verde acolhedor e convidativo, com estacionamento organizado. Quando descemos para o átrio exterior um pormenor que salta aos olhos: no arco da porta de entrada podemos vislumbrar vários símbolos repetidos, como o que mostramos na imagem. Fica a dúvida da sua simbologia, caso alguém tenha conhecimento do que se
sábado, 29 de maio de 2010
Mimo Rural
terça-feira, 25 de maio de 2010
Casa da Galeria
No passado dia 15 de Maio inaugurou-se mais um espaço destinado à cultura e à arte: Casa da Galeria em Santo Tirso. Este espaço dedica-se sobretudo a conversas, momentos musicais, cafés filosóficos, exposições de artes plásticas, workshops. Leituras. Visitas guiadas e escrita crítica.
O edifício merece especial destaque pela bela adequação e recuperação. O projecto do arquitecto Márcio Paiva merece uma visita obrigatória. A fachada do edifício manteve-se, desta forma não sofremos um choque com um edifício novo, recuperado, contemporâneo mas que sobretudo não descaracteriza a rua.
Foi aberto um espaço muito agradável entre o corpo da fachada e o edifício novo. A luz torna-se portanto o elemento principal em todo o conjunto. Esta luz tenta ser. Na maior parte do espaço, de origem natural, este é respirável e sentida em cada canto, este aspecto torna o espaço interior bastante claro, luminoso e amplo.
As escadas que nos guiam aos andares superiores são de um desenho bastante singular que contrasta com as restantes linhas da sala de exposições (sala de entrada). Mas devo salientar que é um corte necessário para um novo ambiente.
O exterior do edifício é um conjunto de blocos encimados sobre si e abertos com grandes vãos progenitores de toda a luz que entra no espaço.
De visita obrigatória a todos que visitem o Norte do país.
site: www.casadagaleria.com





