quarta-feira, 11 de maio de 2011

Portugal


Com o devido respeito e partilha de opinião, partilho convosco o texto de Nicolau Santos publicado na revista «UP» da TAP. (não integral)

Eu conheço um país:
Que em 30 anos passou de uma das piores taxas de mortalidade infantil (80 por mil) para a quarta mais baixa taxa a nível mundial (3 por mil);
Que em oito anos construiu o segundo mais importante registo europeu de dadores de medula óssea, indispensável no combate às doenças leucémicas;
Que é líder mundial no transplante de fígado e está em segundo lugar no transplante de rins; Que é líder mundial na aplicação de implantes imediatos e próteses dentárias fixas para desdentados totais.

Que tem uma empresa que desenvolveu um software para eliminação do papel enquanto suporte do registo clínico nos hospitais (Alert);
Que é uma das maiores empresas ibéricas na informatização de farmácias (Glint);
Que inventou o primeiro antiepilético de raiz portuguesa (Bial).

Que é líder mundial no sector da energia renovável e o quarto maior produtor de energia eólica do mundo;
Que também está a construir o maior plano de barragens (dez) a nível europeu (EDP).

Eu conheço um país
Que inventou e desenvolveu o primeiro sistema mundial de pagamentos pré-pagos para telemóveis (PT);
Que é líder mundial em software de identificação (NDrive);
Que tem uma empresa que corrige e detecta as falhas do sistema informático da NASA (Critical);
Que tem a melhor incubadora de empresas do mundo (Instituto Pedro Nunes da Universidade de Coimbra).

Que calça cem milhões de pessoas em todo o mundo e que produz o segundo calçado mais caro a nível planetário, logo a seguir ao italiano;
E que fabrica lençóis inovadores, com diferentes odores e propriedades anti-germes, onde dormem, por exemplo, 30 milhões de americanos.

Eu conheço um país
Que é o «state of art» nos moldes de plástico e líder mundial de tecnologia de transformadores de energia (Efacec);
Que revolucionou o conceito do papel higiénico(Renova).

Que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial;
Que desenvolveu um sistema inovador de pagar nas portagens das auto-estradas (Via Verde).

Que revolucionou o sector da distribuição, que ganha prémios pela construção de centros comerciais noutros países (Sonae Sierra);
Que lidera destacadíssimo o sector do «hard-discount» na Polónia (Jerónimo Martins).

Que fabrica os fatos de banho que pulverizaram recordes nos Jogos Olímpicos de Pequim;
Que vestiu dez das selecções hípicas que estiveram nesses Jogos;
Que é o maior produtor mundial de caiaques para desporto;
Que tem uma das melhores selecções de futebol do mundo, o melhor treinador do planeta (José Mourinho) e um dos melhores jogadores (Cristiano Ronaldo).

Eu conheço um país
Que tem um Prémio Nobel da Literatura (José Saramago), uma das mais notáveis intérpretes de Mozart (Maria João Pires) e vários pintores e escultores reconhecidos internacionalmente (Paula Rego, Júlio Pomar, Maria Helena Vieira da Silva, João Cutileiro).
Que tem dois prémios Pritzker de arquitectura (Sisa Vieira e Souto Moura).


O leitor, possivelmente, não reconhece neste país aquele em que vive ou que se prepara para visitar. Este país é Portugal. Tem tudo o que está escrito acima, mais um sol maravilhoso, uma luz deslumbrante, praias fabulosas, óptima gastronomia. Bem-vindo a este país que não conhece: PORTUGAL


Que tem monumentos únicos em si mesmo e espalhados por todo o mundo, que tem História em si cravado e perpetuado, que tem as cidades mais procuradas para viajar, que tem a melhor e mais procurada gastronomia, um país pai e irmão de tantos outros, gentes acolhedoras e hospitaleiras e tradições únicas e imortais.
Divulgue este texto positivo e vá acrescentando mais motivos e exemplos que conhece e que nos orgulham do ser português.

sábado, 30 de abril de 2011

1.ª Bienal MULHERES D’ ARTES

Questionário de opinião!

O presente questionário serve de estudo, no âmbito do Mestrado em Museologia, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

LINK PARA QUESTIONÁRIO

Pedimos a colaboração apenas a visitantes da exposição 1.ª Bienal MULHERES D’ ARTES, patente no Museu Municipal de Espinho.

Obrigada pela sua colaboração.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Recordações dos Museus

Boa tarde a todos os visitantes e seguidores do 5 minutos de arte.



Gostaria de pedir a vossa ajuda para uma pequena investigação que estou a realizar junto de colegas e amigos.


Este pequeno questionário tem como objectivo perceber as preferências de cada um quando visitam um museu ou monumento e o que gostam de trazer como recordação. Enquadra-se no seminário de gestão museológica, no âmbito do mestrado em Museologia. É bastante simples e curto, agradeço que respondam com toda a honestidade uma vez que é anónimo. Se poderem passar para amigos próximos, agradecia imenso. Estará disponível durante o mês de Abril.



Obrigada pela vossa participação.



https://spreadsheets.google.com/viewform?formkey=dDBid3lES3pSRy14WjFNZ2NZcTBza2c6MQ

terça-feira, 29 de março de 2011

A Casa Museu de Camilo

Disponibilizo, em pdf, um pequeno trabalho de investigação que realizei sobre a Casa Museu de Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão. Desta forma todos podem ter acesso à informação que recolhi e compilei e a nossa cultura portuguesa e dos nossos portugueses sairão muito mais beneficiados com isso. Deixem também os vossos comentários, sugestões e criticas ao trabalho.

https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0B7WwEvvHJGmvMGUwOWQ5NDEtNzBhNC00MThjLWEwZmQtZmZmM2UzMmU5MGNi&hl=pt_PT&authkey=CLLaxtEE&pli=1

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Análise crítica CAFÉ FALADO: ARQUITECTURA

«Tendo o Arqº. Gil de Azevedo Ribeiro como convidado, esta sessão do Café Falado debruça-se sobre o tema “As cidades que temos”.



Uma conversa sobre cidades, quem e o que as faz. A partir do espaço que fica entre a Arquitectura e o Urbanismo, nesta conversa do Café Falado falaremos sobre as cidades que queremos, as cidades que merecemos e as cidades que temos. Gil de Azevedo Ribeiro é o arquitecto convidado para esta sessão. Nasceu em Coimbra, em 1979. Estudou Arquitectura no DAAUM, em Guimarães. Colaborou em vários escritórios de arquitectura em Portugal e Espanha. Actualmente, é coordenador executivo do projecto CicloRia na Secção Autónoma de Ciências Sociais, Jurídicas e Políticas da Universidade de Aveiro e assistente no programa de Barcelona do Mestrado em Arquitectura da Universidade de Calgary.» (Fonte: www.ccfv.pt)




Esta conversa destacou-se pela informalidade sendo o ritmo das perguntas muito lento e a resposta por vezes vaga e pessoal. Na minha opinião, o entrevistador/moderador utilizou uma linguagem excessivamente complexa, sendo por vezes imperceptível para, o público, o sentido lato da questão.


De salientar positivamente, que a sala encontrava-se cheia, quer de estudantes quer de profissionais da área, técnicos e curiosos.


O convidado transmitiu o seu testemunho e vivência, conjugava as suas viagens e trabalhos com a sociedade e a política. Uma opinião relevante, que conjugava todos os itens da cidade.


Quando as perguntas foram abertas à sala foi, finalmente, discutido ARQUITECTURA nas cidades, arquitectos das câmaras municipais e projectos de arquitectura como o caso da Ciclo Ria em Estarreja e Murtosa.


Deixo-vos com as frases e ideias que merecem destaque, pelos mais diversos motivos:


«a bicicleta em Amesterdão é como as vacas na Índia»


«Precisará o país de um Serviço Nacional de Arquitectura, equivalente ao de saúde»


«Barcelona é uma cidade plana, é possível andar de bicicleta, porque foi bombardeada, nós não podemos andar de bicicleta em muitas zonas do país….»



Para os interessados este café falado pode ser descarregado no site:


http://www.ccvf.pt/conteudo.php?id=83&cat=3&cont=85&on=false

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

5 minutos de jazz


Congratular e divulgar com programa, quase meu homónimo: 5 minutos de jazz!



Porque ouvir música alegra e rejuvenesce, ouçam mais música, cantem mais e encantarão de certeza.



José Duarte leva-nos numa viagem pelo jazz, nos seus variadíssimos estilos e evoluções ao longo dos anos. Foi fundador do ‘Clube Universitário de Jazz’, em 1958 e o seu programa comemorou 40 anos de emissão. Num programa diário - de segunda a sexta. Emitido pela Rádio Renascença (1966-1975) / Rádio Comercial (1984-1993) / RTP – antena 1 (desde 1993).

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Bissaya Barreto e José Malhoa





José Malhoa (1854-1933) frequentou a Escola de Belas Artes com 12 anos e desde logo destacou-se pelas suas aptidões estilísticas.


O seu primeiro trabalho foi pintar o tecto da sala de concerto no Conservatório Real de Lisboa; seguidamente pintou a sala do Supremo Tribunal de Justiça de Lisboa.


As suas telas destacavam-se pela luminosidade, pela capacidade de retratar o campestre, representava o povo e os seus costumes. Apesar de algumas dificuldades no início da vida Malhoa conseguiu ganhar nome e prestigio na praça e foi muito requisitado para retratar homens de poder.


Exemplo disso mesmo foi o Professor Bissaya Barreto que se deixou pintar pelo artista. Sendo que este conseguiu captar os contrastes, os olhares, as sombras de modo a transmiti-lo para além da tela. Como retratista é directo e verdadeiro, não camufla o que vê. Assistimos a comunicações entre o artista e Bissaya referentes ao retrato do encomendante, o resultado do trabalho é impressionante, as sombras faciais, a luminosidade do olhar e a curvatura da mão são aspectos de destaque. Na obra a pastel de Malhoa, o Professor Bissaya Barreto é retratado de borla e capelo.

(bibliografia: Pintura, O naturalismo na colecção de Arte da Fundação Bissaya Barreto, Coimbra, Casa-Museu Bissaya Barreto, 2009.

GONÇALVES, Rui Mário, A Arte Portuguesa do século XX, Lisboa, Circulo de Leitores, 2010.

Artistas do grupo do Leão, exposição do Centenário, Caldas da Rainha, Museu José Malhoa, 1981.)

domingo, 19 de dezembro de 2010

Publicação de Artigo

Olá a todos!


Hoje venho anunciar uma pequena publicação que realizei para uma revista. Deram-me a oportunidade de o fazer e gostava de partilhar com todos os que visitam o meu blog.


A revista Idearte – Revista de Teorias e Ciências da Arte tem como missão divulgar trabalhos e projectos relacionados com Arte e História. Muito me apraz fazer parte deste projecto, que, ao mesmo tempo, me dá a possibilidade de mostrar um trabalho de investigação e quiçá, abrir uma pequena janela para o meu futuro profissional.


Deixo vos o link para poderem ver todos os volumes que esta revista já publicou, on-line, e em particular o volume 6 e o artigo relativo à «Quinta da Prelada».


http://www.idearte.org/revista-idearte/



Obrigada mais uma vez e Boas Festas a todos.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A vírgula

Antes de passar ao texto devo agradecer à Raquel por mo ter enviado por e-mail. Achei por bem publicá-lo para dar a perceber as diferentes interpretações que uma vírgula pode causar. Ao mesmo tempo para pedir que as utilizem se querem dar sentido às coisas e assim de tudo, exprimam-se sem receios…

Esta é uma iniciativa da Associação Brasileira de Imprensa.

Vírgula pode ser uma pausa... ou não.

Não, espere.

Não espere...

Ela pode sumir com seu dinheiro.

23,4.

2,34.

Pode criar heróis..

Isso só, ele resolve.

Isso só ele resolve.

Ela pode ser a solução.

Vamos perder, nada foi resolvido.

Vamos perder nada, foi resolvido

A vírgula muda uma opinião.

Não queremos saber.

Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar.

Não tenha clemência!

Não, tenha clemência!

Uma vírgula muda tudo.