sábado, 19 de novembro de 2011
Colóquio "As Invasões Francesas - A Cidade Antes e Depois
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
A Arte do Ferro - Centro de Documentação Bissaya Barreto

Instituição de mérito reconhecido, cuja iniciativa passamos a divulgar:
O bom gosto e a atenção que Bissaya Barreto dava às artes decorativas fizeram dele um promotor da arquitetura e artes nas suas mais variadas expressões artísticas.
Na sua residência, hoje Casa Museu Bissaya Barreto, conjugou diversas artes decorativas e a aplicação do ferro forjado não foi exceção.
Um olhar atento poderá descobrir portas, lampiões e grades de grande recorte artístico. A maioria elaborada por Lourenço Chaves de Almeida, ferreiro que executou o Lampadário ou Chama da Pátria existente no Mosteiro de Alcobaça.
Centro de Documentação Bissaya Barreto
Rua da Infantaria 23, (junto ao Quartel)
Arcos do Jardim
telf.: 239853805
terças a quintas-feiras das 14:00h às 17:30h até - 30 de Novembro de 2011
entrada livre
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
UMA REDE DE MUSEUS PARA O NORTE: INTERROGAÇÕES E CAMINHOS

Passo a divulgação:
Ao longo do corrente ano, o Paço do Duques tem desenvolvido diversas ações que visam o encontro de profissionais de museus, especialmente do norte, fomentando o inter-relacionamento da comunidade museal da região, procurando criar o substrato que conduza à criação de uma estrutura regional de museus no Norte.
Para terminar as atividades previstas para 2011, o Paço dos Duques promoverá, no próximo dia 14 de Novembro, um Workshop denominado UMA REDE DE MUSEUS PARA O NORTE: INTERROGAÇÕES E CAMINHOS, tal como descrito no programa anexo.
O programa contará com a participação de investigadores e responsáveis institucionais na área da museologia, fomentando o debate e a participação de todos num dos três workshops que terão lugar durante a tarde e que serão orientados por museólogos provenientes de museus de tutelas diferenciadas.
A inscrição é gratuita e deverá ser enviada para: pduques@imc-ip.pt, com indicação da identificação, tutela e contatos.

PROGRAMA
10H00 – ABERTURA
João Brigola – Diretor do IMC
10h30 - REDES REGIONAIS DE MUSEUS – EXPERIÊNCIAS EUROPEIAS
Clara Camacho - IMC
11H00 – Pausa para Café
11h15 – A RPM E AS REDES REGIONAIS DE MUSEUS – APROXIMAÇÃO AO TERRITÓRIO?
Isabel Victor – Departamento de Museus / RPM
11h45- ARTICULAÇÕES E COOPERAÇÃO ENTRE MUSEUS DA RPM – UM ESTUDO DE CASO
Jorge Santos – OAC
12h15- Debate
12h30 – Almoço Livre
14h15 – A REDE MUSEUS DO ALGARVE – UMA EXPERIÊCIA NO TERRENO
José Gameiro – Grupo Coordenado da RMA – Museu de Portimão
15h00 – 16h00 – WORKSHOP - UMA REDE DE MUSEUS PARA O NORTE - CAMINHOS…
Coordenação dos grupos de trabalho
Isabel Silva – Museu D. Diogo de Sousa
Claudia Milhazes – Museu de Olaria
João Alpoim – Museu de Viana do Castelo
16h30- Apresentação de Resultados e Balanço
17h30 - Encerramento
fonte das imagens: http://turismoadaptado.wordpress.com/2011/09/23/paco-dos-duques-de-braganca-esta-mais-acessivel-e-inclusivo-para-se-tornar-a-capital-europeia-da-cultura-2012/
e http://www.jorgetutor.com/portugal/Guimaraes/Guimaraes1/Guimaraes.htm
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Património Periférico – Cultura e Território. Divulgação

Passamos a divulgar uma excelente iniciativa desenvolvida pelo Município de Vila Nova de Famalicão.
Dia 05 de Novembro o Seminário: “Património Periférico – Cultura e Território”
A decorrer na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco (ver programa em anexo).
Este seminário está enquadrado na exposição itinerante: “Património à Prova de Água: Apontamento para a salvaguarda das Azenhas e Açudes nas margens do Rio Ave - Vila Nova de Famalicão / Trofa” (patente na Biblioteca Municipal de 3 a 26 de Novembro).
Esta exposição tem por base a investigação realizada pelo Arq. Rogério Bruno Guimarães Matos sobre a história da actividade e tecnologias associadas de 15 Azenhas e 9 Açudes localizadas na área de “fronteira administrativa” dos concelhos vizinhos: Vila Nova de Famalicão e Trofa.
Mais informações e inscrições (gratuitas) on-line em:
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Divulgação iniciativas APHA
1.º Encontro de Jovens Investigadores, História Cultural do Mundo Lusófono: perspectivas e abordagens, Université de Montréal, 21 e 22 de Outubro
Este colóquio multidisciplinar tem como objectivo principal a troca de ideias e o confronto de perspectivas e métodos relativos ao estudo da história cultural afim de favorecer o enriquecimento recíproco das problemáticas, das abordagens e dos campos de estudo próprios às diferentes disciplinas. O colóquio dirige-se prioritariamente a doutorandos, pós-doutorandos e professores universitários em começo de carreira.
Mais informação em http://www.culture-portugaise.umontreal.ca/evenements/index.html#avenir
Seminário A Capela das Onze Mil Virgens: os homens por detrás da obra, 22 de Outubro, 14h, Alcácer do Sal
Organização da Câmara Municipal de Alcácer do Sal, com o apoio da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. O Seminário realiza-se na Igreja de Santo António, em Alcácer do Sal.
Mais informação em http://www.cm-alcacerdosal.pt/PT/Actualidade/Noticias/Paginas/SeminariodesvendarosmisteriosdacapeladasOnzemilVirgens.aspx
Curso de Formação Inventariação de Património Arquitectónico, Forte de Sacavém, 24 a 26 de Outubro / 21 a 23 de Novembro
O IHRU tem programadas para este ano, no Forte de Sacavém, duas edições do Curso de Formação Inventariação de Património Arquitectónico: 1ª edição: 24 a 26 de Outubro; 2ª edição: 21 a 23 de Novembro. O objectivo do Curso é dotar os formandos das ferramentas e conhecimentos teórico-práticos que lhes permitam reconhecer, identificar e documentar, de forma normalizada e técnica e cientificamente consistente, edifícios e estruturas construídas das mais diversas tipologias.
Mais informação em http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/News.aspx?id=a3abb356-02f9-46a2-a669-d9dc96d85601&rid=bacf2a5a-7b1c-4c85-8beb-34bdf1b1dbae
Encontro sobre Arte e Império, 25 de Outubro, 17h30, Museu Nacional de Arte Antiga.
Iniciativa do CHAM / Centro de História de Além-Mar.
O Encontro será conduzido por Luísa Penalva e Conceição Borges de Sousa que irão conduzir a visita à exposição Viagens. O Tesouro da Vidigueira. Lacas Namban e de Outras Paragens. As sessões dos Encontros são abertas.
Apresentação do livro Os “primitivos portugueses” e a gravura no norte da Europa, de Manuel Batoréo, 27 de Outubro, Museu Nacional de Arte Antiga, 18h
A editora Caleidoscópio convida a assistir à apresentação da obra de Manuel Batoréo, Os "primitivos portugueses" e a gravura no norte da Europa, a realizar no auditório do MNAA. A apresentação será feita por António Pimentel e Fernando António Baptista Pereira.
Conferência Marques da Silva 2011, Anamnese: arquitecturas imaginadas e arquitecturas míticas em Portugal (1100-1600), por Paulo Pereira, Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, 27 de Outubro, 18h
A Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva, com o apoio da FAUP, promove mais uma edição do ciclo anual de Conferências Marques da Silva.
Mais informação em http://fims.up.pt/index.php?cat=6&lang=1
Encontro luso-espanhol sobre conservação, sustentabilidade e arquitectura, 27 e 28 de Outubro, Ciudad Rodrigo
Encontro entre técnicoa e especialistas (conservadores de museus, conservadores-restauradores, engenheiros e arquitectos) de Portugal e Espanha para debater questões em torno da arquitectura dos museus e da conservação sustentável das suas colecções.
Mais informação em https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=1TAnX3kXcy6WkZSqr-ETXllnkT5ynIl3X8JCkhyf4DEuSS24O64ijF_ELf-wu&hl=pt_PT
Jornadas SIPA 2011, Auditório do Museu de Cerâmica de Sacavém, 4 de Novembro, 14h
O Departamento de Informação, Biblioteca e Arquivos do IHRU convida a assistir à sessão pública das Jornadas SIPA 2011, a realizar no Auditório do Museu de Cerâmica de Sacavém, em Sacavém, no dia 4 de Novembro, Sexta-Feira, pelas 14:00 horas.
As Jornadas SIPA constituem uma oportunidade de divulgação pública dos projectos e acções de estudo e inventariação de património construído levados a cabo por diversos parceiros SIPA durante o último ano, bem como de debate de políticas, estratégias e metodologias técnico-científicas associadas a essas actividades. A entrada é livre, ainda que sujeita a prévia inscrição (diba@ihru.pt) e à lotação da sala.
Mais informação em https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=1X1hkbcSChMlRK8AUh_rLeAyM0u9buuqYndU6V1YLXU23ZEhl5myaxHrmAmad&hl=pt_PT
Livro/Colóquio/Exposição Reescrever o pós-moderno, 17 e 18 de Novembro, Galeria do Colégio das Artes, Coimbra
O evento é organizado pela Dafne Editora, comissariado por Jorge Figueira & André Tavares, o colóquio co-organizado com o CES-CCArq.
domingo, 23 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Museu do pão – análise crítica
depois, claro, fomos visitar o museu.
Muitos teóricos afirmam, a colecção não é tudo num museu,
mas pode ser um bom principio… pois bem no Museu do Pão a colecção funciona como
um todo.
Um bonito e amplo restaurante constitui uma grande parte do
museu. O serviço de buffet tinha produtos muito bons, variados, tradicionais e
sempre com pão para acompanhar. Existia inclusive 3 tipos de pão: broa, de
centeio e o pão da casa. Um óptimo exemplo de merchandising é o próprio pão que
chega a ser produzido para outros estabelecimentos de comércio.
A decoração da sala é conseguida, grande parte, à base de
massa pão desde as tabelas dos produtos, os poemas decorativos, as figuras das
estações, os candeeiros e até as caixinhas onde vem as contas para a mesa.
O serviço de pratos não se apresenta branco e sem
identificação, por outro lado, mostra um logótipo do museu e um selo de
qualidade da Vista Alegre. Os funcionários apresentam-se vestidos a rigor, quer
pelo museu quer pelo restaurante. Todos eles vestem-se de branco, tipo
padeiros, com avental e barrete todos brancos
O enquadramento proporcionado pela Serra da Estrela é
remetido para o interior da sala do restaurante através de uma fonte que
percorre grande parte da sala até uma roda de moinho na outra ponta.
Um pequeno reparo a fazer na sala prende-se com umas
pequenas teias de aranha que se viam junto das lâmpadas.
De destacar positivamente é o fluxo de público muito intenso
que registei entre as 13.30 e as 15, em que todas as mesas estiveram ocupadas,
em que alguns grupos tiveram que aguardar um pouco para ter lugar. Lugar este
bastante indicado até para grupos em festas.
As salas de exposição apresentavam os diferentes processos
da confecção do pão, diferentes tipos de pão dos diferentes lugares do país e
até como se diz «pão» nas mais diferentes línguas, possivelmente uma forma de
encher espaço.
Positivamente a sala de serviços educativos, com mostras
animadas da confecção do pão e ainda a loja do museu, com imensa variedade de
produtos típicos e pães à venda, mas com escassez de pequenas recordações, mais
acessíveis e baratas. O mesmo se passa com obras literárias, são poucas para
venda e muito vagas. Em contraponto o museu dispõem de uma sala de chá com
biblioteca, seria mais rentável equilibrar os dois pólos.
Uma nota importante a reter prende-se com o logótipo. À entrada
vemos um logo do lado direito e outro do lado esquerdo, no guardanapo vemos um
logo e no prato outro, no bilhete temos um logo e no puxador da porta outro. Uma
mistura sem fim, confusa e pouco clara.




