quinta-feira, 22 de março de 2012

convite da Associação Portuguesa de Museologia

Divulgamos o convite da Associação Portuguesa de Museologia


A APOM e o EMF (Portugal), vão organizar conjuntamente uma
Mesa Redonda, no próximo dia 13 de Abril (6ª feira), no Museu de São Roque em Lisboa, entre as 10 horas às 13.30horas.

O tema da referida Mesa Redonda será dedicado aos Prémios APOM e EMF e aos museus portugueses que foram distinguidos nos últimos anos por estas duas instituições de referência, no domínio da Museologia Nacional e Europeia.

Neste contexto e para que a sessão seja tão especifica como abrangente, foram convidados alguns responsáveis de museus anteriormente premiados ou pela APOM ou pelo EMF.

Através desta Mesa Redonda, pretende-se debater questões muito concretas, relacionadas com as dinâmicas de candidaturas, esclarecendo os principais momentos, desde o preenchimento até à cerimónia de entrega dos referidos prémios, sem esquecer as responsabilidades e experiências
desenvolvidas após a atribuição dos prémios APOM e/ou EMF.

A organização do encontro agradece a confirmação da sua presença para o email: apom65@gmail.com

quarta-feira, 7 de março de 2012

DEONTOLOGIA DOS PROFISSIONAIS DOS MUSEUS - NOVOS PARADIGMAS?

Divulgamos:



Tendo presente o tema geral para o Dia Internacional de Museus de 2012, Museus num Mundo em Transformação - Novos desafios, novas inspirações, a Comissão Nacional Portuguesa do ICOM considera oportuno promover durante as suas Jornadas anuais, no dia 27 de Março, no Museu Nacional Soares dos Reis no Porto, uma reflexão acerca das alterações societárias que progressivamente confrontam os profissionais de museus com a sua carta deontológica, tal como se encontra expressa no Código Deontológico do ICOM para Museus, adoptado por unanimidade pela 15ª Assembleia Geral do ICOM, reunida em Buenos Aires (Argentina) a 4 de Novembro de 1986, e revisto sucessivamente pelas 20ª Assembleia Geral, reunida em Barcelona (Espanha) a 6 de Julho de 2001, e pela 21ª Assembleia Geral de Seul (República da Coreia) a 8 de Outubro de 2004. Recordamos que este Código foi recentemente traduzido para português, em versão comum do ICOM Portugal e do ICOM Brasil.




Para mais informações:


http://www.icom-portugal.org/iniciativas_jornadas,132,324,detalhe.aspx

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Património arqueológico e arquitectónico de Vieira do Minho


Património arqueológico e arquitectónico de Vieira do Minho
Autor:
Fontes, Luís e Roriz, Ana

Data:
2007

Editora:
Município de Vieira do Minho


Resumo:
O trabalho que aqui se apresenta é o culminar do projecto de 'Inventário do Património Arqueológico e Arquitectónico do Município de Vieira do Minho', projecto cuja execução foi cometida à Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho, sob a responsabilidade dos signatários e ao abrigo de um protocolo específico celebrado entre o Município de Vieira do Minho e a Universidade do Minho. Ao longo de 3 anos, entre Janeiro de 2004 e Janeiro de 2007, percorreu-se o território de Vieira do Minho de lés-a-lés, desceram-se as margens dos seus rios e ribeiras, subiram-se as encostas dos seus montes e percorreram-se as cumeadas das suas serras, visitaram-se as igrejas e capelas de todas as freguesias , descobriram-se sítios arqueológicos inéditos e registaram-se centenas de espigueiros e de moinhos.



URI:
http://hdl.handle.net/1822/16889


fonte e link: http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/16889



segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Bens Culturais da Igreja




Novo site a constar na nossa barra lateral:

http://www.bensculturais.com/

Um site intuitivo, renovado e legível.


Separadores dedicados a obras de arte furtadas, para que todos possamos dar o nosso contributo em prol da recuperação do património religioso;


Cursos e acções de formação;


Publicações, estudos.



Imensa informação e muito bem organizada. A navegação no site é bastante fluida e a linguagem muito clara.
Não deixem e visitar!




sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Hospital Sanatório da Colónia Portuguesa do Brasil

Passamos a divulgar a iniciativa do Centro de Documentação Bissaya Barreto

Mostra documental de Fevereiro:

"Hospital Sanatório da Colónia Portuguesa do Brasil":
Na luta contra a tuberculose, a luta de Bissaya Barreto pela criação de um Sanatório em Coimbra.

Sabia que:
O Hospital dos Covões já foi um Sanatório?
Os edifícios foram construídos pela Colónia Portuguesa do Brasil e se destinavam a um colégio para órfãos da Grande Guerra?A primeira proposta para a construção de um sanatório estava prevista para a zona do Penedo da Saudade?

Venha conhecer um pouco da história de Coimbra e dos seus hospitais.
Centro de Documentação Bissaya Barreto
Entrada livre, terças, quartas e quintas-feiras das 14:00 às 17:30h em frente ao Quartel, junto à Casa Museu Bissaya Barreto.


Fonte da ilustração: http://www.cm-vilareal.pt/arquivo/?limitstart=24&fontstyle=f-larger

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Turismo religioso

Passamos a divulgar a seguinte noticia, pelo mérito e pela abertura que se começa a sentir.
O turismo deve e tem que ser analisado como uma fonte de riqueza e divulgação, de empregabilidade e cultura, como ensinamento e lazer.

Bispo quer aposta em turismo religioso

O bispo da diocese Bragança-Miranda manifestou preocupação
com o estado de "degradação" de alguns dos mais emblemáticos templos
religiosos do nordeste transmontano.

Segundo o prelado, há templos que necessitam de intervenção,
tais como a concatedral de Miranda do Douro, as igrejas de Torre de Moncorvo e
Freixo de Espada à Cinta ou o mosteiro de Castro de Avelãs (Bragança).

"Temos, na região, um conjunto de imóveis religiosos
referenciados e com grande valor arquitectónico, artístico e cultural. Algum
desse património tem andado descurado, embora esteja a ser feito um trabalho em
articulação com entidades competentes, para que algumas dessas preocupações
deixem de existir", acrescentou José Cordeiro.
A ideia do bispo diocesano passa pela criação de um circuito
destinado ao turismo religioso na região, dignificando-se, ao mesmo tempo, os
lugares onde a igreja se reúne para as orações.
Apesar de se iniciarem os primeiros passos por parte da
Direcção Regional de Cultura do Norte (DRCN), no sentido de recuperar alguns
templos, o chefe do clero no distrito de Bragança espera que todo o processo de
recuperação dos templos esteja concluído "o mais brevemente possível".
"Mesmo em tempos de crise e de austeridade não se pode
diminuir a aposta na cultura por é nela que está espelhada a cultura de um
povo, como é caso da concatedral de Miranda do Douro que, por ano, recebe
milhares de visitantes", frisou.
Fonte da DRCN avançou à agência Lusa que têm sido efectuadas
obras em vários imóveis religiosos na diocese Bragança-Miranda e, a título de
exemplo, foi deixado o trabalho feito na igreja de Santo Cristo, em Outeiro
(Bragança), realizado em parceria com a câmara de Bragança.
Por outro lado, surge o restauro das pinturas atribuídas a
Grão Vasco do retábulo da capela-mor da igreja matriz de Freixo de Espada à
Cinta.
"No caso de recuperação da concatedral de Miranda do
Douro, esta está integrada no projecto da Rota da Catedrais e aguardando-se,
por isso, a aprovação da candidatura pela CCDR Norte", concluiu a mesma
fonte da DRCN.
Outros dos exemplos do "empenho" da DRCN em
salvaguardar o património são as obras em curso no templo românico de Algosinho
(Mogadouro) e no mosteiro de Castro Avelãs (Bragança).

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Que futuro para a História da Arte?


Depois de ler a última APHA Newletter n.º 6 da Associação
Portuguesa de Historiadores de Arte, depois de reler e até sublinhar algumas
partes decidi, através deste post, dar a minha própria opinião sobre a questão
da empregabilidade e a actual situação da História da Arte e dos seus
profissionais.
http://www.apha.pt/noticias/nl_06.pdf


Na verdade, e como foi dito, são muito poucos os alunos que
se destacam nas faculdades, no curso de História da Arte. No período em que
estudei, correspondente a 4 anos, conheci 2, chamávamos-lhes «pequenos génios»,
mas estávamos a ser modestos, claro, e a declararmo-nos como menos
inteligentes, o que custa sempre a todos…
Um deles enveredou pelo teatro ou pelo cinema, perdi-lhe o
rasto, outro encontra-se como assistente na FLUC, onde estudamos.

Mas devo louvar aqueles que continuam a lutar pelo seu
lugar, pela afirmação da profissão de historiador de arte, pela categoria e
pela bagagem académica e profissional que vão conquistando, os que conseguiram
bolsas, um lugar nas escolas ou nas câmaras.

Partilho compreensão pelos que não podem mais procurar, nem
esperar, e vêem-se obrigados a dedicar-se a call centers ou supermercados, são
sub valorizados, achincalhados ao telefone e mal ressarcidos.

Contudo a minha opinião ainda não foi manifestada, há algo
que não compreendo: porque apenas pessoas de referência, na nossa área, é que
se podem fazer ouvir? Eu não sou uma referência e vou manifestar-me neste
espaço, que considero meu e livre de opinião.

Por um lado existem cursos estruturados, com conteúdos apropriados
e um corpo docente especializado, ao mais alto nível, por outro lado está um
mercado que não absorve os alunos que se licenciam nesta área, devido ao pouco
investimento cultural, poucas saídas profissionais, pouca interdisciplinaridade
quer em gabinetes de restauro, arquitectura ou até mesmo em pelouros culturas
do sector público.

A questão que importa colocar é: vale a pena continuar a
formar? E se fizessem uma pausa de 10 anos? Escoava-se o mercado mas os
professores universitários ficariam sem emprego…? Este debate impera nos nossos
dias, mas importa realmente fazê-lo a todos os níveis.


fonte da ilustração: «The Finding of Moses» de Orazio Gentileschi, http://www.nationalgallery.org.uk/paintings/orazio-gentileschi-the-finding-of-moses

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Local Vocabularies of "Heritage"



Uma questão pertinente a ser debatida em Évora, passamos a divulgar:



Local Vocabularies of "Heritage"
Variabilities, Negotiations, Transformations
8-10th February 2012
University of Évora – Portugal


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Curso Museus e Educação


O CIBA, em parceria com a i.muse Associação, promove um curso de formação na área dos Serviços Educativos ou serviços de mediação com o público. Pretende-se elencar respostas para problemas comuns levantados pelos técnicos sobre conceitos e estratégias educativas aplicados na concepção de projectos, actividades ou experiências de aprendizagem em contexto específico de museu, biblioteca, local de património ou outro equipamento cultural. Irão ser revistos e debatidos modelos que fundamentam as novas fórmulas evento/público, resultantes da diversidade dos espólios, do ecletismo dos contextos da cultura, bem como, dos estimulantes desafios lançados na última década aos serviços educativos. Concretamente, exposições blockbuster, turismo sénior e cultural, necessidades especiais ou inclusão social são, hoje, fenómenos que orientam os públicos da cultura, as suas necessidades e motivações.


A quem se destina?
Técnicos de serviços educativos/acção cultural; professores; animadores socioculturais; estudantes de Educação e Pedagogia, Turismo Cultural, Gestão de Património; responsáveis e decisores na área da Cultura e Turismo.


O que aprenderá:
Compreender o papel da cultura na sociedade contemporânea
Reflectir sobre o papel dos serviços educativos nas Instituições Culturais
Relacionar contextos, conceitos e práticas no âmbito da educação não formal
Problematizar o conceito de experiência museal em função do Modelo de Experiência Interactiva
Compreender os pressupostos teóricos e as estratégias pedagógicos que estruturam as actividades educativas nas instituições culturais
Conceber projectos educativos a partir de colecções, exposições e/ou temas chave, em função dos interesses e expectativas de diferentes públicos alvo


Horário
Das 10h às 13h e das 14h30 às 17h30
» 12 horas de formação em sala e em atelier


Inscrição
55€ (sem almoço)


Formadoras
Sara Barriga
Gestora e Programadora Cultural do projecto do Museu do Dinheiro - Banco de Portugal
Ana Rita Canavarro
Coordenadora do Serviço Educativo do CIBA

Para mais informações contacte-nos através do telefone 244 480 062 ou pelo email servico.educativo@fundacao-aljubarrota.pt

Melhores cumprimentos
Serviço Educativo
[Marcações e Reservas]
tel.: + 351 244 480 062
fax: +351 244 480 061
e-mail: servico.educativo@fundacao-aljubarrota.pt
web-mail:www.fundacao-aljubarrota.pt