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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Crianças e Museus


Recentemente li este artigo «Como educar uma criança para gostar de museus»*, que podem consultar em:
* Texto publicado originalmente em inglês, no site Family Time, da National Geografic.

Antes de qualquer comentário convido-vos a lerem. Para pais, educadores ou familiares com crianças, um dia no museu pode ser um programa divertido e também educativo para os mais pequenos (e para os mais crescidos).
Uma vez que o artigo apenas refere instituições museológicas internacionais, vamos adaptar um pouco a oferta e mostrar dois ou três exemplos nacionais de locais/museus onde pode levar os mais pequenos.

1. Leve em conta o que eles querem
O seu filho ama dinossauros? Exposições temporárias sobre esta temática estão sempre a acontecer (ex: no Museu da Eletricidade e na Alfandega do Porto ou no Palácio de Cristal).
Quer ser veterinário? Museu Nacional de História Natural e da Ciência -Museus da Universidade de Lisboa e Museu da História Natural da Universidade do Porto.
Quer ser técnico de saúde? Museu da Farmácia – Lisboa; Casa Museu Bissaya Barreto – Coimbra.
Quer ser escritor? Casa Museu Camilo Castelo Branco – Vila Nova de Famalicão; Casa Museu Egas Moniz – Aveiro.

2. Repense como é o passeio em um museu
«Paredes, teto, portas… Tudo isso é para ser levado em conta quando você está procurando uma experiência museológica».
Fundação de Serralves – Porto; Citânia de Briteiros – Guimarães; Mosteiro de Santa Clara a Velha – Coimbra.
«E mesmo nas suas caminhadas diárias, considere procurar arte na arquitetura em torno de você, isso pode transformar o significado que o “ir para o museu” tem para seu filho.»
Centro Histórico de Guimarães, Centro da cidade de Aveiro… passeie a pé pelos centros das cidades, assim não apanha trânsito, caminha e admira a envolvência.
«Deixe o seu filho adolescente tirar selfies». Nos espaços onde é permitido, assim irá perdurar a lembrança de uma visita/passeio.

3. Mantenha interativo
«É a maneira infalível de tocar o coração das crianças, mas exposições interativas deixará as crianças maiores (e os pais) entretidos, também. Muitos de nós, jovens e menos jovens, aprendem melhor através do toque e de jogo. Procure por museus que incentivem a interação.»
Museu do Côa
Lisboa Story Centre

«Não tem certeza se seus filhos gostam de arte? »
Museu da Miniatura Automóvel – Serra da Estrela ; Museu da Marioneta – Porto; Centro Português de Fotografia – Porto.

«Os centros de ciência são sempre um sucesso com as crianças. »
Centro Ciência Viva da Floresta – Proença a Nova; Exploratório Infante D. Henrique – Coimbra; Centro de Ciência Viva do Algarve.

4. Comece enquanto eles ainda são jovens
«Museus também podem ser incríveis experiências de ensino para as crianças mais velhas começarem a compreender alguns aspetos menos lisonjeiros da humanidade.»
Museu de Arte Contemporânea - Santo Tirso; Museu D. Diogo de Sousa – Braga; Centro Interpretativo da Batalha – Batalha.

5. Vá embora cedo
«Este é o segredo para qualquer coisa.» Assim vão querer mais.
Faça a você mesmo esse favor e não tente percorrer todo o museu em uma única tarde. Escolha algumas exposições e siga em frente muito antes das crianças pedirem isso.

Notas:
As universidades nacionais apresentam muitos espaços museológicos com muito interesse e temáticas muito diversificadas. Consultem os sites oficiais para encontrarem mais informações.
Os sites das Câmara Municipais são, talvez, os mais atualizados e onde podem encontrar as informações necessárias para um dia de passeio.
Os exemplos referidos são apenas isso, exemplos. Em Portugal existem imensos museus, o INE reúne os números dos Museus Nacionais mas as instituições museológicas particulares são muitas e com espólio riquíssimo.


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Termas de Pedras Salgadas


As termas de Pedras Salgadas inserem-se no concelho de Vila Pouca de Aguiar, no distrito de Vila Real. Constituem um polo termal ainda em funcionamento mas, em parte, reconvertido em spa.

Assim que se chega à localidade de Pedras Salgadas, o parque termal encontra-se facilmente e nele se encontram todos os pontos de interesse para uma temporada nas termas.
Numa das entradas do parque termal ainda se mantem as «garages» para os aquistas que frequentavam as termas guardarem os seus veículos em segurança.

A fonte da Preciosa é a primeira que pontua o parque termal, localizando-se junto às garagens. Apresenta no seu teto interior as datas: 1875 e 1916 representativas do início da captação das águas e a data de construção do balneário, respetivamente.

Lateralmente a esta fonte instalou-se uma nova área de entretenimento, com bar e zona de estar oferecendo novos serviços e distrações, diferentes dos de outros tempos mas adaptados aos novos públicos, turistas e aquistas. Continuando o passeio pelo parque visualiza-se a fonte principal designada «Nascente Pedras Salgadas», um imóvel pequeno, de formato quadrangular, ornamentado com azulejaria arte nova, adaptada ao estilo dos parques termais que remetem para os ambientes românticos.

O lago do parque, atualmente recuperado, foi enriquecido por animações de águas para todas as idades.
Chegados ao balneário principal as funcionárias explicaram que o balneário foi recuperado e que, hoje em dia, apresenta tratamentos de spa termal. O espaço foi reconvertido pelo arquiteto Álvaro Siza Vieira que recuperou a vida das quatro nascentes termais criando 14 salas de tratamentos.

Um imóvel da autoria do arquiteto Raul Lino encontra-se em projeto de readequação para espaço expositivo.
Ainda inserido na zona do parque encontra-se o casino, que devido a obras de requalificação do espaço se encontra encerrado das suas funções e com interdição a visitantes. Nestas obras de requalificação prevê-se a construção de sete Eco Houses, de tipo T2, projetadas pelo arquiteto Luís Rebelo de Andrade e Diogo Aguiar, caracterizadas pelo design moderno, pela inserção na paisagem, pela experiência natural única, pelo conforto e pelo cenário que proporciona.

Relativamente a este último tema recentemente o jornal Público noticiou que as «Pedras Salgadas Eco Resort entre os 14 melhores edifícios de 2012 para o ArchDaily». Este artigo pode ser consultado através do link:
http://www.publico.pt/cultura/noticia/pedras-salgadas-eco-resort-entre-os-14-melhores-edificios-de-2012-para-o-archdaily-1584573#/1

 
Manuela Cunha, fevereiro de 2013

 
Mais bibliografia sobre as termas das Pedras Salgadas:

Breve estudo sobre as águas bi-carbonatadas sodicais das Pedras Salgadas / Martiniano José Ferreira Botelho. Lisboa : Typ. Mattos Moreira, 1879.
El-Rei D. Carlos nas Pedras Salgadas / Carlos Leite. [S.l. : s.n.], 1964.
Estatutos : 1971 / Vidago, Melgaço & Pedras Salgadas. Porto : [s.n.], 1971.
Nota descritiva dos valores seguros pela Vidago, Melgaço e Pedras Salgadas, empreendendo as novas instalações em Pedras Salgadas. Porto : Tip. Artes & Letras, 1932.
Pedras Salgadas : das termas de Portugal a melhor / Gil de Alcobaça. Lisboa : Centro Tip. Colonial. 1928.
Pedras Salgadas : das thermas de Portugal a melhor / Frey Gil d'Alcobaça. Lisboa : Centro Tip. Colonial, 19 .
Pedras Salgadas : estância de águas e centro de turismo. [S.l. : s.n., : Tip. Bolhäo). 1940.
Relatório da administração e parecer do conselho fiscal / da Companhia das Águas de Pedras Salgadas. Porto : C.A.P.S., 19 .
Trabalhos de investigação clínicos feitos nas estâncias de Vidago, Melgaço e Pedras Salgadas. Porto : [s.n.], 1972



segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Ócio, Lazer e Tempo Livre nas Culturas Contemporâneas


Ócio, lazer e tempo livre nas Culturas Contemporâneas foi o tema do III Congresso Internacional em Estudos Culturais, que teve lugar na Universidade de Aveiro, nos dia 28 e 29 de Janeiro do presente ano de 2013.
A organização deste congresso ficou a cargo do programa doutoral em Estudos Culturais, da Universidade de Aveiro e Minho.
Toda a informação sobre o congresso, desde o programa até à organização, constam no site: http://ociocultura.web.ua.pt/
Como participante atrevo-me a fazer um balanço pessoal que, como sempre, gosto de partilhar com todos os que seguem os 5 minutos de arte.
Confesso que nunca tinha pensado no ócio, diretamente, como um tema de investigação quer no campo histórico, literário e até ao campo da psicologia (áreas que também estiveram representadas no congresso). Pensei no turismo e no lazer, como tal submeti a minha comunicação relativa às «Termas de Vizela, um espaço de saúde, de turismo e de lazer», mas foi também um espaço de ócio, de nada fazer para fazer algo por casa um ou pelo outro.
Na verdade existem grupos de investigação do ócio em Portugal, em Espanha e no Brasil, para falar dos países representados no congresso. Da mesma forma também existem programas de financiamento de investigação nestas áreas, para enunciar apenas alguns exemplos recordo alguns nomes mencionados por Cristina Ortega, na Universidade de Deusto, o Horizon 2020, Europe Aid e Creative Europe.
Desafio todos a pensarem um bocadinho sobre este tema e deixo-vos com a minha conclusão, do artigo escrito para o congresso:
«O termalismo nacional passou por diversas fases, nomeadamente o seu período de crescimento e desenvolvimento, entre 1890 e 1930, uma fase de declínio, entre os anos 30 e 70 do século XX e na atualidade apresenta um novo capítulo de rejuvenescimento e atualização.
O momento de ir a banhos não se cingia apenas a isso. Efetivamente o tempo passado no balneário era muito curto, o resto do dia era passado no comércio local, nos espaços desportivos, no parque termal, entre passeios, conversas e festas.
A «vita nouva» nas localidades termais contagiava todos os públicos, entre eles os locais e os que se deslocavam às termas por períodos de 7 a 14 dias. Os aquistas, ou termalistas, um pouco por toda a europa contavam com diversos divertimentos à sua disposição sempre que iam às termas.
É conveniente destacar que os polos termais eram em simultâneo polos de desenvolvimento comercial, económico, turístico e social. Exemplo disso mesmo foi a situação do jogo retratada em Vizela; as dinâmicas desenvolvidas pela junta de Turismo e ainda os reforços policiais requeridos na época alta para que os aquistas se sentissem em segurança.
Considera-se que o termalismo nacional apresenta, na atualidade, várias mudanças positivas a destacar:
a)      o público termal está em mudança, nele inserem-se variadas faixas etárias;
b)      os espaços termais apresentam-se renovados e mais atrativos;
c)      os balneários termais oferecem soluções de fins-de-semana, retiros e miniférias, mais acessíveis e que atingem um público mais alargado;
d)      vários espaços termais nacionais sofreram remodelações profundas e transformações que os reconfiguraram em spa/termal e depois de contactar os respetivos grupos conclui-se que os níveis de ocupação são elevados;
e)      Vizela apresenta uma unidade termal em melhoramento e reconversão, tem ainda um hotel, integrante do grupo termal que apenas aguarda por obras de melhoramento;
f)       a cidade foi selecionada para integrar o grupo de cidades Slow citties pela qualidade de vida que ostenta;
g)      o imóvel do balneário termal é um símbolo de atratividade arquitetónica que aliando a novas valências e tendências artísticas pode tornar-se uma mais-valia.
Respondendo às questões levantadas pela organização pensa-se que o ócio tem, efetivamente, lugar na sociedade atual, pelo simples motivo que todos necessitam de nada fazer para ter tempo para fazer alguma coisa, neste leque pode inserir-se uma ida ao parque termal, às compras ou mesmo às termas.
O termalismo e as experiências de contexto termal extravasam a área do balneário e dos banhos. Por esse motivo o termalismo é uma área de desenvolvimento turístico, de expansão económica, de lazer e passeio».
 
 

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Políticas Públicas para a Cultura



1.ª Conferência Internacional em Estudos Culturais



Uma iniciativa riquissima para um debate necessário e urgente!

Um rol de comunicações fabuloso.

Uma iniciatuva a não perder.



Para mais informações de apresentação, programação, etc consultar:





Programa


Dia 12 de Abril

9h00 - Receção e entrega de material

9h30 - Sessão de abertura

10h15 - Conferência de abertura
Políticas Culturais do Governo Lula
Albino Rubim (Universidade Federal da Baía e Secretário de Cultura do Estado da Baía)

11h00 – Intervalo

11h15 – 1ª sessão
Mundo máquina – faces humanas?
Noémia Simões (Instituto Politécnico de Lisboa)

Primeiras impressões sobre um projeto cultural em rede promovido por cinco municípios da região Norte
Manuel Gama (Universidade do Minho e Fundação da Ciência e da Tecnologia)
Helena Sousa (Universidade do Minho)
Luís Mourão (Instituto Politécnico de Viana do Castelo)

Políticas Públicas para a Cultura: reflexões a partir de experiências entre instituições parceiras no desenvolvimento cultural
Jenny Gil (Instituto Politécnico de Leiria)
São Pedro Lopes (Instituto Politécnico de Leiria)

13h00 - almoço livre

14h30 – 2ª sessão
Políticas culturais em Portugal: anatomia de uma ausência
João Teixeira Lopes (Universidade do Porto)

O serviço público de comunicação social como recurso da política cultural: a experiência portuguesa, 2002-2012
Augusto Santos Silva (Universidade do Porto)
Maria José Ribeiro

15h30
(título a anunciar)
Vasco Graça Moura (Centro Cultural de Belém)

16h15 – Intervalo

16h15 – 3ª sessão
Políticas Públicas de Património Cultural em Portugal: da Génese à Maioridade
Vítor Ferreira (Universidades de Coimbra, Porto e Minho)

Contributos para a formulação de políticas culturais a nível local e regional
Elisa Babo (Quaternaire Portugal e Fundação do Museu do Douro)

Santa Maria da Feira – Um palco de experiências
Cristina Tenreiro (Câmara Municipal de Santa Maria da Feira)

17h30 – 4ª sessão
Dramaturgia portuguesa contemporânea: sim e não
Jorge Louraço Figueira (Instituto Politécnico do Porto)

A escrita teatral nas politicas públicas
Joaquim Nogueira (Fundação da Ciência e Tecnologia e Universidade do Algarve)

A Literatura como objeto de política pública: um estudo de caso
Anne Ventura (Universidade de Aveiro)
Ana Nascimento Piedade (Universidade Aberta)



Dia 13 de Abril

9h00 – 5ª sessão
Políticas Públicas para a Cultura no contexto do desenvolvimento local
Suzana Menezes (Universidade de Aveiro)
Maria Manuel Baptista (Universidade de Aveiro)

Políticas Culturais da Câmara Municipal do Sabugal nos últimos cinco anos – estudo de caso
Jean Martin Rabot (Universidade do Minho)
Amália Fonseca (Universidade de Aveiro)

Chaves (2007- 2011) que estratégias politico-culturais?
Jenny Campos (Universidade de Aveiro e Fundação da Ciência e da Tecnologia)
Maria Manuel Baptista (Universidade de Aveiro)
Larissa Latif (Universidade de Aveiro)

10h15 – Intervalo

10h30 – 6ª sessão
Guimarães 2012
João Serra (Guimarães Capital Europeia da Cultura)

“More bricks in the Wall”: uma proposta de gramática das vozes e dos silêncios da Cultura ou as metáforas da transnacionalidade europeia
Ana Kauppila (Universidade de Aveiro)

Relação entre índices de Educação Superior e Investimentos em Cultura nas Cidades dos Royalties do Petróleo no Brasil
Elis Moreira (Universidade Federal Fluminense)
Elzira Oliveira Moreira (Universidade Federal Fluminense)

11h45 - Intervalo

12h00 – 7ª sessão
Resistir e inovar: uma experiência nas políticas públicas de cultura (2005-2008)
Isabel Pires de Lima (Universidade do Porto)

13h00 – almoço livre

14h30 – 8ª sessão
Do Teatro da Trindade ao Teatro Nacional. Um Projeto de Internacionalização Centrado na Língua e no Conhecimento
Carlos Fragateiro (Universidade de Aveiro)

A Cidades, a Sonoridade e a Música: revelando os espaços
Carlos Fortuna (Universidade de Coimbra)

(Título a anunciar)
Lewis Goodall

16h30 – Intervalo

17h00 – Conferência de encerramento
Ministério da Cultura – um balanço. E perspetivas depois do seu fim
Manuel Maria Carrilho (Universidade Nova de Lisboa)

18h00 – Encerramento



segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Bens Culturais da Igreja




Novo site a constar na nossa barra lateral:

http://www.bensculturais.com/

Um site intuitivo, renovado e legível.


Separadores dedicados a obras de arte furtadas, para que todos possamos dar o nosso contributo em prol da recuperação do património religioso;


Cursos e acções de formação;


Publicações, estudos.



Imensa informação e muito bem organizada. A navegação no site é bastante fluida e a linguagem muito clara.
Não deixem e visitar!




quarta-feira, 6 de julho de 2011

'Capela Sistina' em Viage Connosco


Durante os meses de Julho e Agosto os nossos artigos serão à volta de lugares…encantados.


Desta vez, e porque estamos solidários com quem não pode ir de férias, vamos proporcionar viagens virtuais a locais inesquecíveis.

Enquadrado neste âmbito já seguiu a visita à igreja e torre dos Clérigos com a oportunidade de uma vista esplêndida da cidade do Porto.

Nesse seguimento, hoje partilho um link, enviado por uma colega de trabalho, à qual agradeço calorosamente, obrigada Alexandra.

Numa visita ao cuidado, ao pormenor, aos dedos, mãos e faces;
Aos corpos, vestes, anatomia, expressão, ao artista;
À orientação, ornamentação, ostentação e estruturas;
À natureza, arquitectura, luz e cor;

Desfrutem da Capela Sistina.

http://www.vatican.va/various/cappelle/sistina_vr/index.html

fonte da ilustração: http://www.panoramio.com/photo/3872335

segunda-feira, 4 de julho de 2011

'Torre dos Clérigos' em Viage Connosco


Hoje no Jornal de Noticias, on-line, abri o separador multimédia e fiz, mais uma visita, à Torre dos Clérigos no Porto.

Uma igreja e torre setecentistas, desenhadas por Nicolau Nasoni, arquitecto que se apaixonou pelo Norte do nosso país, por cá criou raízes e desenvolveu o seu trabalho. Talvez no próximo mês vos deixe com algumas obras que Nasoni desenvolveu pelo país.

Há uns anos atrás organizei uma visita ao Porto com estudantes do programa Erasmus, da FLUC. A escolha da cidade saltou-nos à mente como a segunda capital do país e de visita obrigatória para quem quer conhecer Portugal.

Agora partilho convosco o link, onde podem visitar virtualmente a igreja e a torre, contemplar a paisagem e perceber, pelos relatos que ouvimos, como a igreja carece de cuidados e intervenções.

http://www.jn.pt/multimedia/infografia970.aspx?content_id=1894877

Boa visita...

sábado, 2 de julho de 2011

Prémio do Mar Rei D. Carlos


Está aberto, até 11 de Setembro, o concurso para trabalhos
sobre História Marítima, a apresentar ao Museu do Mar de Cascais, no âmbito da
17ª edição do Prémio do Mar D. Carlos I.


O Prémio do Mar Rei D. Carlos continua apostado na
divulgação de trabalhos científicos de grande qualidade e inovação, muitos
deles desconhecidos do grande público, promovendo deste modo o reconhecimento
pelos trabalhos dos investigadores e cientistas portugueses.

Consulte-se o respectivo regulamento em : http://museumar.cm-cascais.pt

terça-feira, 14 de junho de 2011

Encontros de Museus de Países e Comunidades de Língua Portuguesa


Caríssimos, com muito agrado divulgo esta iniciativa.


Apelo a todos, os que tem assento ou não em museus nacionais que pensem em comunicações.


São necessárias várias vozes, que retratem diferentes realidades, para conseguirmos tornar a museologia um pólo dinâmico, de forte fluxo turístico e aliciante aos mecenas e parceiros da cultura.


Após cerca de uma década de interregno, vão ser retomados os Encontros de Museus de Países e Comunidades de Língua Portuguesa.


As INSCRIÇÕES já estão ABERTAS. Inscreva-se já.


Mais informação em: www.icom-portugal.org


terça-feira, 29 de março de 2011

A Casa Museu de Camilo

Disponibilizo, em pdf, um pequeno trabalho de investigação que realizei sobre a Casa Museu de Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão. Desta forma todos podem ter acesso à informação que recolhi e compilei e a nossa cultura portuguesa e dos nossos portugueses sairão muito mais beneficiados com isso. Deixem também os vossos comentários, sugestões e criticas ao trabalho.

https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0B7WwEvvHJGmvMGUwOWQ5NDEtNzBhNC00MThjLWEwZmQtZmZmM2UzMmU5MGNi&hl=pt_PT&authkey=CLLaxtEE&pli=1

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

5 minutos de jazz


Congratular e divulgar com programa, quase meu homónimo: 5 minutos de jazz!



Porque ouvir música alegra e rejuvenesce, ouçam mais música, cantem mais e encantarão de certeza.



José Duarte leva-nos numa viagem pelo jazz, nos seus variadíssimos estilos e evoluções ao longo dos anos. Foi fundador do ‘Clube Universitário de Jazz’, em 1958 e o seu programa comemorou 40 anos de emissão. Num programa diário - de segunda a sexta. Emitido pela Rádio Renascença (1966-1975) / Rádio Comercial (1984-1993) / RTP – antena 1 (desde 1993).

domingo, 19 de dezembro de 2010

Publicação de Artigo

Olá a todos!


Hoje venho anunciar uma pequena publicação que realizei para uma revista. Deram-me a oportunidade de o fazer e gostava de partilhar com todos os que visitam o meu blog.


A revista Idearte – Revista de Teorias e Ciências da Arte tem como missão divulgar trabalhos e projectos relacionados com Arte e História. Muito me apraz fazer parte deste projecto, que, ao mesmo tempo, me dá a possibilidade de mostrar um trabalho de investigação e quiçá, abrir uma pequena janela para o meu futuro profissional.


Deixo vos o link para poderem ver todos os volumes que esta revista já publicou, on-line, e em particular o volume 6 e o artigo relativo à «Quinta da Prelada».


http://www.idearte.org/revista-idearte/



Obrigada mais uma vez e Boas Festas a todos.

sábado, 20 de novembro de 2010

Canivete Romano de meter inveja aos Suíços

Encontra-se em exposição no Museu Britânico Fitzwilliam, em Cambridge um canivete datado de 200 a 300 d. C.

O canivete é feito de prata com uma lâmina de ferro, é constituído por uma colher, garfo, espátula, uma espécie de palito pequeno e um retráctil. Especialistas acreditam que este utensílio pode ter sido utilizado para extrair caracóis. Esta peça foi adquirida pelo museu em 1991 e está actualmente em exposição na sala de peças Romanas e Gregas.

O porta-voz do museu defende que esta peça pode ter pertencido a um viajante e a sua vertente prática e funcional tornou-a essencial para acompanhar em viagens.











Imagens retiradas de:

http://www.fitzmuseum.cam.ac.uk/opac/search/cataloguedetail.html?_function_=xslt&_limit_=10&priref=70534#1







terça-feira, 25 de maio de 2010

Casa da Galeria

No passado dia 15 de Maio inaugurou-se mais um espaço destinado à cultura e à arte: Casa da Galeria em Santo Tirso. Este espaço dedica-se sobretudo a conversas, momentos musicais, cafés filosóficos, exposições de artes plásticas, workshops. Leituras. Visitas guiadas e escrita crítica.

O edifício merece especial destaque pela bela adequação e recuperação. O projecto do arquitecto Márcio Paiva merece uma visita obrigatória. A fachada do edifício manteve-se, desta forma não sofremos um choque com um edifício novo, recuperado, contemporâneo mas que sobretudo não descaracteriza a rua.

Foi aberto um espaço muito agradável entre o corpo da fachada e o edifício novo. A luz torna-se portanto o elemento principal em todo o conjunto. Esta luz tenta ser. Na maior parte do espaço, de origem natural, este é respirável e sentida em cada canto, este aspecto torna o espaço interior bastante claro, luminoso e amplo.

As escadas que nos guiam aos andares superiores são de um desenho bastante singular que contrasta com as restantes linhas da sala de exposições (sala de entrada). Mas devo salientar que é um corte necessário para um novo ambiente.

O exterior do edifício é um conjunto de blocos encimados sobre si e abertos com grandes vãos progenitores de toda a luz que entra no espaço.

De visita obrigatória a todos que visitem o Norte do país.

site: www.casadagaleria.com